sexta-feira, 21 de outubro de 2005

Suzanne, you're all that I wanted of a girl.....

Estava a caminho do banco, tentando pensar em qualquer coisa menos nos cheques sem-fundo, no TCC que está no atoleiro, quando eu te vi. Covardia, eu não estava com meu CD pronto com músicas apenas pra ti. Ela tentava evitar meu olhar e a bizarrice do cobrador, um cara muito estranho com uma cabeça enorme.
Ela tinha os mesmos traços de você, sabia? O mesmo óculos gigante, as maçãs do rosto, o narizinho, a franja e o cabelo. Se eu estivesse bebado como estou agora, eu pensaria que era você vindo me assustar. Mas eram ainda onze da manhã. Por isso eu ignorei os fatos e continuei nos meus pensamentos.

***

Ontem de noite tinha tido um sonho besta. Sonhei que você tinha "passado". Bizarro. Imaginei paisagens misturando várias cidades tentando fazer a Sua cidade. Me lembrei do cemitério onde está a família da minha mãe e achei que vocês estava lá. Bizarrice. Só acordei berrando e acordando o D.I. Joe, mas nada de especial.

Bom, era apenas isso.

***

on a cobweb afternoon
in a room full of emptiness
by a freeway i confess
i was lost in the pages
of a book full of death
reading how we'll die alone
and if we're good we'll lay to rest
anywhere we want to go

(chorus)
in your house i long to be
room by room patiently
i'll wait for you there
like a stone i'll wait for you there
alone

on my deathbed i will pray
to the gods and the angels
like a pagan to anyone
who will take me to heaven
to a place i call
i was there so long ago
the sky was bruised
the wine was bled
and there you led me on

in your house i long to be
room by room patiently
i'll wait for you there
like a stone i'll wait for you there
alone

and on i read
until the day was gone
and i sat in regret
of all the things i've done
for all that i've blessed
and all that i've wronged
in dreams until my death
i will wander on

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